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Preso falso massagista que fingia ser gay e abusava de mulheres no RJ

Matheus Calainho Cyranka é réu por outros dois abusos com as mesmas características. Ele dizia ser gay para ganhar confiança das vítimas


Reprodução/TV Globo
Matheus Calainho Cyranka, 28 anos, foi preso sob suspeita de se passar por massagista para abusar sexualmente de mulheres no Rio de Janeiro. A prisão foi feita por policiais da 13ª DP (Ipanema) nesta quinta-feira (23/2). De acordo com as investigações, o suspeito cometeu um crime enquanto realizava um falso atendimento em um apartamento em Ipanema, na zona sul do Rio.

Matheus disse às vítimas que se chamava Fernando. Ele é réu por outros dois abusos com as mesmas características e foi preso em janeiro de 2021. Atualmente, aguardava seu julgamento em liberdade.

Ele foi preso na casa da mãe, em um condomínio na Barra da Tijuca. A polícia afirma que Matheus escolhia as vítimas a dedo, geralmente influenciadoras digitais, em troca de publicidade para sua página.

Para ter acesso a essas mulheres, ele afirmava ser homossexual, assim ganhava a confiança das vítimas, às deixando vulneráveis. A confiança chega a ponto de que ele pedisse para elas ficarem nuas ou de biquíni.

Os investigadores contaram que as vítimas, em depoimentos, relataram que ele passou os dedos em suas partes íntimas e esfregou o pênis em suas nádegas. “Desconfiadas, as mulheres começaram a trocar mensagens via aplicativo de celular. Durante a massagem na segunda mulher, a amiga passou a acompanhar de perto o procedimento”, escreveu a polícia, em nota.

Preso preventivamente, ele vai responder pelo Artigo 215 do Código Penal, posse sexual mediante fraude. A pena varia de dois a seis anos de prisão.

Antecedentes 

Em 2021, Matheus foi preso após uma mulher denunciar os abusos na delegacia da Barra da Tijuca, no Rio. Na denúncia, ela relatou que ele tocou as partes íntimas das vítimas e chegou a se masturbar.

Quando foi preso, o abusador admitiu que não tinha formação como massagista e que aprendeu algumas técnicas assistindo a vídeos na internet.


Com informações do Metrópoles - Deborah Hana Cardoso

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