Competição, realizada em circuitos próximos ao Museu Nacional, reuniu cerca de 400 atletas de 40 países e contou com investimento do GDF para infraestrutura e esquemas de segurança
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| GDF / Secretaria de Esporte e Lazer |
As atividades começaram nas primeiras horas da manhã, com largadas simultâneas das maratonas masculina e feminina e sequência de provas nas categorias de base ao longo do dia. Organizadores montaram estrutura de apoio a atletas, controles de fluxo para o público e credenciamento prévio para acesso às áreas restritas, medidas que permitiram a realização do evento no centro histórico da capital.
Para acomodar as disputas, o percurso da maratona foi desenhado em um circuito de 2 km com 21 voltas e trecho adicional para completar os 42,195 km, enquanto a meia-maratona utilizou um circuito de 1 km somando 21 voltas e um trecho final. As vias permaneceram fechadas durante as provas, garantindo segurança e condições técnicas para os competidores.
Na disputa principal da meia-maratona masculina, o italiano Francesco Fortunato subiu ao lugar mais alto do pódio, com o etíope Misgana Wakuma em segundo e Bonfim completando o trio de premiados. Os tempos ficaram muito próximos, refletindo o alto nível técnico do pelotão reunido em Brasília e a pressão emocional de competir em casa para o brasileiro medalhista olímpico.
O desempenho das brasileiras também foi relevante: Viviane Lyra, Gabriela de Sousa e Mayara Luize Vicentainer figuraram entre as doze primeiras colocadas na prova de maratona, e a soma dos resultados individuais rendeu à equipe feminina a medalha de bronze por países, atrás apenas das seleções do Equador e da Itália.
Autoridades e dirigentes destacaram a dimensão do evento para a cidade. A Confederação Brasileira de Atletismo ressaltou que é a primeira edição realizada no Hemisfério Sul e lembrou a parceria com o Governo do Distrito Federal para viabilizar a competição, com aporte financeiro e logística. Secretários locais ressaltaram o impacto econômico com hotéis e serviços mais movimentados e apontaram o campeonato como oportunidade de fortalecer a prática da marcha atlética no país.
Atletas e organizadores comemoraram a estrutura montada e avaliaram positivamente a experiência de receber uma competição internacional em Brasília. Para a organização, o evento deixa legado em termos de visibilidade e infraestrutura esportiva, além de servir como demonstração de capacidade do Brasil para sediar provas de alto nível.

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